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tumba de ZacariasInscrição em grego liga tumba de Jerusalém a tio de Jesus.
Apesar de ninguém ter certeza onde Zacarias foi enterrado, especialistas afirmam que os monumentos construídos nessa época costumam ser autênticos.
Durante séculos, pessoas jogam pedras em um mausoléu ornamentado no vale de Kidron, em Jerusalém, por acreditarem que ele pertence a Absalon, filho do rei bíblico David. Porém, uma inscrição aponta que ele pode pertencer não a Absalon, mas a Zacarias, pai de João Batista. Talhada em pedra calcária, a frase em grego foi quase apagada ao longo dos séculos e passava desapercebida, até que Zias viu a letra alfa em uma antiga fotografia em preto-e-branco da entrada da tumba. moedas do templo2 MOEDAS ANTIGAS DESCOBERTAS NO MONTE DO TEMPLO![]() Duas moedas antigas, uma de meio shekel utilizada para pagar a "taxa do Templo" e uma outra ligada a uma figura central relacionada com a história do Hanukkah foram descobertas no meio do lixo que tem sido removido do Monte do Templo e despejado num local próximo ao Monte das Oliveiras. A primeira moeda, um meio shekel em prata, foi aparentemente moldada no próprio Monte do Templo pelas autoridades do Templo durante o primeiro ano da "Grande Revolta contra os Romanos" no ano 66-67 d.C. A Bíblia ordena a cada judeu que contribua com um meio shekel para a manutenção do Templo em Jerusalém. A segunda moeda tem a imagem do governador grego Antíoco Epifâneo IV (175 - 163 a.C.) que suprimiu a prática do Judaísmo até que a revolta dos Macabeus restaurou a soberania judaica e purificou o Templo. caverna em JordãoNOVA DESCOBERTA ARQUEOLÓGICA EM ISRAEL Uma grande caverna foi descoberta recentemente na região do Vale do Rio Jordão como parte de uma série de investigações geológicas que têm sido realizadas no país.Esta caverna que foi provavelmente escavada durante o período do Segundo Templo, foi utilizada por diversas civilizações desde então até a dominação muçulmana na região. A caverna era utilizada provavelmente como pedreira, pois grandes pedras foram achadas dentro dela, e estavam preparadas para serem retiradas. Além disso, a caverna é sustentado por cerca de 20 grandes colunas de dois metros por dois metros de largura. Encontram-se nela muitas inscrições e ilustrações que vão desde o período romano, passando pelo período bizantino até ao período muçulmano. A caverna, que tem mais de oitenta metros de extensão, atinge cerca de 15 metros de profundidade e deverá passar por explorações arqueológicas, devendo ser preparada para visitas. A descoberta foi realizada em um local onde funcionavam outras pedreiras. Foi localizada acidentalmente quando um dos responsáveis pelo mapeamento geológico notou uma pequena abertura em uma rocha e decidiu então verificar do que se tratava. A caverna, está localizada ao oriente do Moshav Naama, está sendo considerada como um grande tesouro, e suas pedras típicas foram utilizadas para a construção de sinagogas e igrejas pelo vale do Jordão, Massada e acredita-se que até mesmo em Jerusalém. Os arqueólogos declararam que pela quantidade de crucifixos esculpidos dentro da caverna, pode ser que o local e as pedras retiradas dali fossem consideradas santas nos períodos de exploração.
Além disso, ela é composta de 15 salas de extrema beleza e impacto, declararam os arqueólogos. Jardim do ÉdenDescoberta arqueológica pode ser o Jardim do EdenUm pastor curdo, andando sozinho no deserto em 1994 fez o que pode ser a maior descoberta arqueológica de todos os tempos. Uma descoberta que pode revolucionar a história das religiões e desvendar a verdade sobre o Jardim do Éden.
Andando com seu rebanho em uma tarde de verão ele encontrou duas pedras com um formato estranho. Voltando a aldeia resolveu contar sobre seu achado. Afinal as pedras poderiam ser algo importante. Poucas semanas depois a notícia da descoberta do pastor de ovelhas chegou ao conhecimento dos curadores do museu da cidade de Sanliurfa que entrou em contato com o German Archaeological Institute em Istanbul e, no final de 1994 o arqueólogo alemão Klaus Schmidt chegou ao sítio de Gobekli Tepe. O que o Sr. Schimdt encontrou pode mudar a história da humanidade. Em um momento de rara concordância, arqueólogos de todo o mundo concordam com a importância do sitio de Gobekli Tepe. E deixa a grande maioria deles estupefatos e excitados. Uma descoberta digna dos filmes de Indiana Jones, só que na vida real, documentada e registrada. O que o pastor de ovelhas encontrou foi a parte superior de dois monólitos em forma de T as primeiras de um sítio muito maior composto de monumentos, paredes e colunas de pedras, cobertas de entalhes de animais: Javalis, patos, serpentes, leões. Os entalhes apresentam algumas figuras que parecem humanas, com os braços estilizados e, funcionalmente, todo o conjunto parece ser um templo ou um lugar para rituais. Para datação, foram escavadas 45 destas “pedras” que estão organizadas em círculos, mas medições geomagnéticas indicam que existem algumas centenas de outras pedras esperando para ser escavadas. Até agora é isso. Gobekli Tepe poderia entrar para a história como sendo o Stonehenge turco não fossem alguns fatores que tornam esse sitio único, chegando ao limite do fantástico e extraordinário. O primeiro detalhe surgiu da datação por carbono. As pedras têm entre 12000 e 13000 anos. Ou seja, foram construídas 10.000 anos antes de Cristo. Para comparação, as pedras de Stonehenge foram levantadas 3000 anos antes de Cristo e as pirâmides de Gizé são datadas de 2500 anos antes de Cristo. Colocando o sitio de Gobekli Tepe como o mais antigo achado arqueológico da história, batendo os concorrentes com vantagem astronômica. As pedras são anteriores a idade do bronze, a escrita, a cerâmica. São anteriores a tudo que conhecemos e como diabos os homens das cavernas fizeram tal obra? O Sr. Schimdt especula que, durante décadas, grupos de caçadores ocuparam o lugar durante a construção, vivendo em tendas e caçando e comendo. Pontas de flechas encontradas no local suportam essa versão e confirmam a datação dos monumentos. Por si só, a revelação que caçadores pré-tudo, tiveram a capacidade de construir um monumento como o encontrado em Gobekli Tepe, muda toda a concepção histórica que temos da evolução humana. Dotando os homens deste período de uma sofisticação inimaginável até agora. Quase como se os Deuses tivessem descido dos céus para construir Gobekli Tepe por conta própria. É aqui que entra a conexão bíblica. O Sr. Schimdt acredita que Gobekli Tepe seja um templo do que conhecemos hoje como o Jardim do Éden. Para entender como um cientista chega a uma conclusão destas precisamos entender que, para muitos de nós, o Jardim do Éden não passa de uma lenda ou uma metáfora da pureza da humanidade no começo dos tempos. Para os estudiosos a história contém uma função didática e pode ter sido uma forma de registrar os traumas sofridos quando fomos forçados a deixar a caçada pela agricultura. Sabemos que a mudança foi traumática por que fósseis da época mostram que os efeitos dessa mudança. As pessoas cresciam menos e menos saudáveis enquanto seus corpos se adaptavam a nova dieta e aos rigores da agricultura primitiva. Certamente essa mudança não foi realizada por vontade própria. Alguns historiadores acreditam na extinção de animais ou em fatores climáticos capazes de forçar essa mudança. O Sr. Schimdt acredita em outra possibilidade. “Para criar este templo, os caçadores devem ter se reunido aqui em grande número. E, uma vez que a obra estava concluída, devem ter se congregado em adoração. Neste momento eles devem ter percebido que seria impossível alimentar tanta gente com caçadas e coleta… então eu acredito que a religião tenha motivado a agricultura.” Para suportar essa versão está a certeza histórica de que, a mudança para a agricultura ocorreu nesta mesma região. O que não sabemos ainda é o que motivou essa mudança. Os primeiros porcos e ovelhas domesticados são de uma região a cem quilômetros de Gobkli Tepe. O trigo que comemos hoje descende do trigo plantado nas colinas de Gobekli Tepe a milhares de anos e cereais como o arroz e a aveia também podem ter sua origem traçada até essa região do mundo. Isso não é tudo. Além de mudarem para uma forma mais trabalhosa de vida esses primeiros fazendeiros tiveram que enfrentar um desastre ecológico. O estudo do solo da região deserta que temos hoje indica que há 10.000 anos essa região foi um verdadeiro “paraíso” na Terra. Uma região cortada por rios, planícies, montanhas e vales verdejantes. A agricultura destruiu tudo isso, talvez no primeiro desastre ecológico da história. Há medida que campos eram plantados e árvores derrubadas o micro clima da região mudou, a terra foi exposta a erosão e a terra da fartura tornou-se a terra do suor e trabalho árduo. Por certo, alguns vão dizer que essas teorias não passam de pura especulação, por mais evidência histórica que as comprovem. A Bíblia nos diz que o Eden estava entre 4 rios incluindo o Tigre e o Eufrates. Gobekli Tepe está entre o Tigre e o Eufrates. Um texto assírio antigo coloca Beth Eden (a casa do Eden) a 100 km de onde está Gobekli Tepe. Um outro livro do antigo testamento diz que as crianças do Eden estavam em Thelasar, uma cidade síria próxima a Gobekli Tepe. A própria palavra Eden tem origem na palavra suméria para planície e Gobekli Tepe se encontra na planície de Harran. Quando colocamos tudo isso junto com as recentes descobertas históricas e o suporte de descobertas anteriores ficamos claramente tentados a colocar o Eden em Gobekli Tepe. Se assim for, parece que a coisa acabou mal. Foram encontrados esqueletos (crânios) adultos no que pode ter sido os primeiro rituais de sacrifício humano da história. Há, mais ou menos, 8000 anos os habitantes da região enterram todas as construções de Gobekli Tepe em toneladas de areia, criando as colinas artificiais onde o pastor de ovelhas costuma levar seu rebanho para pastar. texto original de autoria de Tom Knox, autor do livro livro: "The Genesis Secret" Traduzido por Frank Coelho de Alcantara descoberta de texto hebraico de 3000 anos Arqueólogos em Israel anunciaram ontem a descoberta um texto hebreu, o mais antigo alguma vez encontrado. O achado ocorreu numa antiga cidade a cerca de 20 quilómetros a sudeste de Jerusalém, no mítico Vale de Elah, onde David derrotou Golias.
Os peritos ainda não conseguiram decifrar completamente as cinco linhas do texto escrito a tinta preta num pedaço de cerâmica que foi encontrado na escavação arqueológica conhecida como fortaleza de Elah, ou Khirbet Qeiyafa. Segundo os arqueólogos da Universidade Hebraica de Israel, responsáveis pela datação dos objectos encontrados, a inscrição terá cerca de 3000 anos, o que antecede em 1000 anos os Manuscritos do Mar Morto.
Segundo a Bíblia, David - que mais tarde se tornou no rei judeu mais reconhecido - matou Golias, guerreiro filisteu, numa batalha no vale de Elah, onde atualmente existem apenas vinhas e uma estacão de satélites de Israel.
Até ao momento, segundo o “The New York Times”, apenas uma pequena parte da área foi escavada. "Este é um novo tipo de lugar que subitamente nos abre uma janela para uma área da qual não sabíamos quase nada, e exige que repensemos o que aconteceu neste período", disse Aren M. Maeir, professor de arqueologia da Universidade Bar-Ilan e diretor de outra escavação próxima na região. O especialista salienta que esta é "uma descoberta única".
Do texto encontrado conseguiram deslindar apenas algumas palavras, entre elas: “julgar”, “escravo” e “rei”. Os caracteres foram escritos em proto-Canaanita, língua precursora do alfabeto hebreu. Graças ao verbo com três letras que significa “fazer” em hebraico, Yosef Garfinkel, o arqueólogo responsável garante que a inscrição é mesmo hebraica. “Isto faz-nos crer que é hebraica e que será a mais antiga já encontrada”.
Outros cientistas, segundo a BBC, aconselham mais cautela e defendem que seria necessário mais estudos para confirmar esta acepção. Reinado de David Garfinkel afirmou que estas descobertas podem dar importantes pistas sobre o reinado do Rei David sobre os israelitas. “A cronologia e a geografia de Khiret Qeiyafa criam um ponto de encontro único entre mitologia, história, historiografia e a arqueologia do rei David”, disse Garfinkel. O período de 10 a.C. é o mais controverso na arqueologia bíblica porque foi ali que, de acordo com o Velho Testamento, David uniu os reinos da Judeia e Israel.
Para muitos judeus e cristãos, mesmo os que não levam as Escrituras à letra, a Bíblia é uma fonte histórica vital. Para o Estado de Israel, que se considera mesmo como descendente do reino de David, evidências que atestem as histórias bíblicas têm um enorme valor. No entanto, os dados arqueológicos de tal reino são escassos (quase inexistentes) e inúmeros estudiosos de hoje argumentam que ele não passou de um mito criado séculos depois, como explica o “New York Times”.
Ainda falta pôr a descoberto mais 96 por cento deste local, um processo que poderá demorar ainda 10 anos. Garfinkel espera que mais artefactos importantes sejam descobertos e que possam acrescentar elementos essenciais a esta descoberta. ...Exposição reúne achados arqueológicos da Terra Santa
A exposição, com peças do Museu de Israel (em Jerusalém), fica no Masp até novembro. Ao todo, são 150 achados arqueológicos do período compreendido entre 1.000 a.C. até o século 1º da era cristã, reunidos para ajudar a comprovar dados históricos. Entre eles, estão o ossuário de Caifás e uma inscrição com o nome de Pôncio Pilatos, dados como dois dos cinco artefatos genuínos da arqueologia que comprovam dados históricos do período de Jesus na Palestina. Outra peça de destaque exposta no museu é a "pedra da vitória", entalhada por um rei de Aram, contendo uma inscrição que menciona a "Casa de Davi", referência à dinastia fundada pelo rei.
O espaço expositivo será dividido em partes distintas. A primeira terá foco nos aspectos históricos, religiosos e políticos da Terra Santa e na centralização do culto em Jerusalém, além de descrever a vida cotidiana dos israelenses. Já a segunda parte será voltada ao período do Segundo Templo, em Jerusalém, e ao início do cristianismo. Serão traçados o papel do Templo Sagrado e o estilo de vida dos primeiros cristãos. O período bizantino ganha destaque na parte final da mostra. Nessa época, seguidores do judaísmo e do cristianismo se dedicavam à construção de monumentais casas de oração --antigas sinagogas e igrejas de estrutura semelhante, pois ambas possuíam pia batismal, altar e outros objetos, refletindo a origem comum. Fonte: Guia da Folha On line ..Encontrada prova de general citado na Bíblia Com a exceção de reis antigos, é pouco freqüente encontrar provas da existência de personagens que aparecem na Bíblia [na verdade, há muitos achados que confirmam a existência de vários personagens bíblicos], mas um pesquisador encontrou, no Museu Britânico, vestígios do general babilônio Nebo-Sarsequim, citado no livro sagrado do cristianismo [e do judaísmo].O especialista na civilização assíria Michael Jursa descobriu uma pequena tabuleta de argila na qual o general é citado, informou hoje o Museu Britânico. Segundo a Bíblia, ele tomou parte no ataque a Jerusalém. A tabuleta data de 595 a.C. e trata de uma oferenda de ouro apresentada por Sarsequim no templo principal da Babilônia, provavelmente em honra aos deuses. O objeto, gravado com escrita cuneiforme, a mais antiga conhecida pelo homem, é anterior à destruição de Jerusalém pelo Império da Babilônia, em 587 a.C. De acordo com o capítulo 39 do Livro de Jeremias, Sarsequim esteve ao lado de Nabucodonosor, o rei de Babilônia, no ataque a Jerusalém. Jursa, catedrático associado da Universidade de Viena, tem estudado tabuletas no Museu Britânico desde 1991. "Ler tabuletas babilônicas é, às vezes, muito trabalhoso, mas também muito gratificante", disse o especialista, em comunicado divulgado pelo museu. Atualmente, apenas alguns estudiosos no mundo todo são capazes de decifrar a escrita cuneiforme, utilizada no Oriente Médio entre 3.200 a.C. e o século II d.C. O Museu Britânico conta com mais de 100 mil tabuletas com inscrições, que são revisadas pelos especialistas. Fonte: Portal Terra .
Descoberta igreja do Império Bizantino em Israel Uma igreja construída durante o Império Bizantino, entre os séculos VI e VII d.C., foi descoberta em uma obra para construção de casas em Nes Harim, a 20 km de Jerusalém, Israel, informou a agência AFP nesta quarta-feira. Segundo a Autoridade de Antiguidades de Israel, moradores da região alertaram sobre o sítio arqueológico onde está a sede religiosa. Durante as escavações, os arqueólogos encontraram uma ampla entrada em frente à igreja, que tem o chão decorado por mosaicos com figuras e escritas. No entanto, as ornamentações estão danificadas e foram quase destruídas completamente por vândalos, informou o diário israelense Haaretz. A equipe de pesquisadores responsável pela escavação acredita que a região esconda outros objetos arqueológicos da época bizantina. "Sabemos de outras igrejas e monastérios que podem estar localizados em Nes Harim", disse o arqueólogo Daniel Ein Mor, citado pelo jornal israelense. O Império Bizantino, conhecido no início como Império Romano do Oriente, sucedeu os romanos como reinado dominante do Mar Mediterrâneo. Em 1453 d.C., os bizantinos foram derrotados pelos turcos otomanos, marcando o fim da Idade Média. Na época, a capital - Constantinopla - teve o nome trocado para Istambul. Redação Terra.Egiptólogo espanhol descobre câmara funerária egípcia de 3.500 anosTumba está decorada com passagens do famoso Livro dos Mortos. O egiptólogo espanhol José Manuel Galán descobriu uma câmara funerária pintada de 3.500 anos em Luxor, anunciou o Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC) da Espanha. Pinturas na tumba são trechos do famoso Livro dos Mortos egípcio (Foto: France Presse/CSIC) A câmara, que faz parte do cemitério de Dra Abu El-Naga, tem as paredes e o teto completamente pintados com desenhos e hieróglifos do Livro dos Mortos e seria de Djehuty, uma autoridade da época, segundo o CSIC. Esse dignatário foi o escriba real, supervisor do Tesouro e supervisor dos trabalhos dos artesãos do rei sob as ordens de Hatshepsut, uma das poucas mulheres a assumir o cargo de faraó, filha de Tutmosis I, cujo reinado aconteceu entre os anos 1479 e 1457 antes de Cristo. A câmara, uma sala quadrada de 3,5 metros de largura e 1,5 metro de altura, é uma das primeiras a ter sido completamente decorada com pinturas da época. Fonte: www.globo.com ..Júbilo impera entre os arqueólogos bíblicos! Mais dois personagens da corte judaica deixaram de ser conhecidos apenas nas páginas das Bíblias ao redor do mundo para se apresentarem a todos através de uma descoberta arqueológica. Essa descoberta é incrivelmente significativa porque reforça o que muitos cristãos têm afirmado ao longo dos séculos: a Bíblia é um documento histórico confiável! Alguém pode questionar: “Qual a importância desse achado para o mundo acadêmico? De que maneira ele favorece a confiabilidade histórica da Bíblia?” Vejamos:
A recente descoberta desenterrou a segunda prova de que o texto de Jeremias 38:1 foi baseado em fatos históricos confiáveis. Esse texto menciona os principais ministros do Rei Zedequias (597-586 a.C), o último rei de Judá: Jucal, filho de Selemias e Gedalias, filho de Pasur. Esse achado está relacionado com outro artefato desenterrado em 2005 e que também foi causa de muita celebração, pois foi o primeiro que corroborou o texto bíblico de Jeremias 38:1. Na ocasião, foi encontrado o selo de Jucal, filho de Selemias (Yehukal ben Selemyahu). As letras da inscrição Gedalyahu ben Pasur (Gedalias, filho de Pasur) estão em hebraico antigo e em perfeito estado de conservação, o que facilitou a tradução das duas linhas. Sendo o hebraico uma língua lida da direita para a esquerda, a primeira letra da primeira linha (l), é a preposição “para, pertencente a”, e as três últimas letras da mesma linha (yhw) é a forma abreviada do nome de Deus (YHWH), pronunciado comumente como “yahu”. Gedalias significa “O Senhor é Grande”. Pena que seu nome não revelou seu caráter, já que no capítulo 38 de Jeremias ele e outros ministros, entre eles Jucal, tentaram matar o profeta lançando-o numa cisterna sem água. Jeremias só não morreu graças aos esforços de um etíope, Ebede Meleque, que o retirou de lá. A responsável pela descoberta foi a arqueóloga israelense Eilat Mazar, da Universidade Hebraica, de Jerusalém. Seu nome veio à tona quando, em 2005, ela anunciou a descoberta do palácio de Davi, na parte mais baixa de Jerusalém. Nas palavras dela: “Não é muito freqüente que uma descoberta aconteça em que figuras reais do passado agitam a poeira da história e tão vividamente revivem as histórias da Bíblia.”. Todas essas evidências exigem um veredito: A Bíblia é um documento histórico confiável! Achada Bíblia na língua de JesusAchada Bíblia na língua de Jesus Polícia de Chipre achou volume escrito em siríaco, dialeto aramaico
Autoridades do Chipre, região controlada pela etnia turca, afirmam ter achado uma Bíblia antiga escrita na língua de Jesus. O achado aconteceu após uma investigação contra traficantes de antiguidades. Para eles, o artefato pode ter 2.000 anos. O códice está escrito em siríaco, dialeto aparentado ao aramaico falado por Jesus e pelos judeus da Palestina no século I de nossa era. A obra ainda precisa ser avaliada em detalhes por especialistas, mas alguns pesquisadores que tiveram acesso a fotos avaliam que a tinta dourada e a caligrafia sugerem uma idade mais recente, da Idade Média em diante.
AS CIDADES BÍBLICAS DESCOBERTAS PELA CIÊNCIA
As muralhas de Jericó
Cientistas datam pela primeira vez estrutura citada em textos bíblicos.
Pela primeira vez na História, especialistas conseguiram datar com precisão uma estrutura descrita na Bíblia. Segundo cientistas israelenses, o Túnel Siloam, que passa sob Jerusalém, foi escavado há 2.700 anos, como asseguram os relatos bíblicos. A passagem de meio quilômetro foi construída por baixo dos antigos muros de Jerusalém. Segundo a Bíblia, o túnel foi escavado pelo rei Ezequias em 700 a. C. para levar água da fonte de Gihon até a cidade, o que garantiria o abastecimento mesmo em tempos de guerra. Uma equipe de pesquisadores coordenada por Amos Frumpkin, da Universidade Hebraica de Jerusalém, confirmou a data da construção do túnel. O estudo foi publicado na revista “Nature”. — É muito raro se ter estruturas mencionadas na Bíblia que tenham sido confirmadas por datação independente — afirmou Frumpkin. — Em primeiro lugar porque, normalmente, já é muito difícil encontrar tais estruturas; em segundo, porque é muito difícil identificá-las; e, em terceiro, porque normalmente elas não estão muito bem preservadas. A equipe examinou indícios de vegetação e estalactites encontrados no túnel com o método de datação do carbono 14 e também com o que mede os níveis de materiais radioativos. Para os especialistas, a descoberta é importantíssima porque estabelece uma data precisa para um evento bíblico. Com isso, os cientistas não precisam mais se basear em interpretações e cálculos aproximados para situar determinadas passagens históricas. Eles frisaram, entretanto, que a datação não constitui prova de que uma raça ou comunidade em particular tenha se estabelecido em Jerusalém antes de outra, e não deve ser usada para qualquer tipo de alegação de primazia. O túnel é apontado como uma grande obra de engenharia e, até hoje, abastece a cidade de água. Fonte: O Globo Busto de 1,7 mil anos é achado em esgoto de Roma
Um pedaço de escultura de mármore de 1,7 mil anos, mostrando a cabeça do imperador Constantino, foi encontrado em um esgoto no centro de Roma, disseram arqueólogos italianos nesta sexta-feira. Os peritos encontraram a peça de 60 centímetros quando estavam limpando um antigo sistema de drenagem nas ruínas do Fórum romano. Eugenio La Rocca, superintendente do setor de artefatos históricos de Roma, afirmou que a cabeça de mármore é um achado raro e provavelmente foi usada para desentupir um cano de esgoto. Constantino, que reinou entre 306 e 337, ficou conhecido por acabar com a perseguição aos cristãos e fundar a cidade de Constantinopla. Apesar de a maioria de seus súditos ter permanecido pagã, ele ajudou a estabelecer as raízes cristãs da Europa ao proclamar a liberdade religiosa. Ressentimento A cabeça de mármore branco foi analisada por especialistas que confirmaram a sua identidade comparando o formato do pedaço da estátua com figuras de Constantino representadas em moedas antigas e outras estátuas que estão no Museu Capitolino, em Roma. A cabeça foi esculpida entre 312 e 325 da Era Cristã, quando Constantino estava no auge de seu reinado, e pode ter pertencido a uma grande estátua de corpo inteiro, que mostrava o imperador vestindo armadura. "Recuperar uma figura deste tamanho e neste estado de conservação, no coração da cidade, é realmente extraordinário. Chegamos à conclusão de que a cabeça não caiu neste lugar por acidente, foi colocada lá de propósito", disse La Rocca. "Pode ter sido usada como um grande pedaço de pedra para desviar a água do cano de esgoto, ou pode ter sido colocada lá como símbolo do ressentimento da comunidade pagã com o imperador cristão", acrescentou. A colocação da estátua no esgoto pode ter sido a salvação da peça, que poderia ter sido saqueada do Fórum romano no século 5º, depois da queda do império. A peça deve ser exposta no museu de Roma depois de um curto período de restauração. Fonte: BBC 05/07/2005 Descobertos dois pergaminhos do século 2º perto do mar MortoDois pergaminhos que datam da última revolta judaica contra os romanos em Judéia, no ano 135 da era cristã, nos quais encontram-se fragmentos da Bíblia, foram descobertos perto do mar Morto. Os dois pergaminhos, de 5 x 7 cm, em que figuram extratos do Levítico em hebraico, foram encontrados numa gruta de Nahal Arugot, perto das fontes de Ein Guedi, no deserto da Judéia, em Israel e Cisjordânia, anunciou nesta sexta-feira o Departamento Israelense de Antigüidades. A descoberta é a primeira dos últimos 40 anos na região, e surpreendeu os arqueólogos, que estavam convencidos de que as grutas do deserto da Judéia já haviam revelado todos os segredos que escondiam desde a era romana. "Tudo isso é simplesmente sensacional. Um antigo sonho que se realiza", comemorou Hanan Eshel, diretor do Departamento de Arqueologia da Universidade Bar Ilan, em Tel Aviv. Eshel percorre há 20 anos o Deserto da Judéia, às margens do mar Morto, levantando pedra por pedra em busca de pergaminhos bíblicos, sua especialidade. Os últimos foram encontrados em 23 de agosto de 2004, por beduínos que buscavam peças de cerâmica antiga para vender. Quando foram descobertos, no solo da gruta, os pergaminhos estavam cobertos por uma espessa camada de pó, que os protegeu por quase 2 mil anos. Eschel os adquiriu por US$ 3 mil, após negociar com os beduínos, que pediam US$ 20 mil. "Graças a esta descoberta, sabemos um pouco mais sobre o conturbado período da revolta judaica contra os romanos", comentou o professor. "Hoje sabemos que estes pergaminhos fazem parte de um rolo da Tora, que os judeus leram na primavera de 135, durante a Páscoa judaica, quando estavam prestes a se esconder nas grutas para escapar dos legionários romanos", disse Eschel. Os historiadores estavam certos de que os judeus haviam conseguido esconder 14 rolos da Tora nas grutas da região, dos quais foram encontrados fragmentos entre 1952 e 1965. "Com estes últimos pergaminhos, fica comprovado que havia um 15º rolo, e que ainda não concluímos as descobertas", afirmou o professor. "Tudo indica que estes pergaminhos são autênticos", disse o porta-voz do Departamento de Antigüidades, Osnat Gouez, destacando sua importância. Descobertos manuscritos do século 5 sobre ritos religiosos coptos
Três manuscritos coptos do século 5 descrevendo os primeiros ritos religiosos desta comunidade cristã do Egito foram encontrados num túmulo faraônico em Gurna, perto de Luxor, 700 km ao sul do Cairo. Os manuscritos foram descobertos pela missão arqueológica polonesa no Egito. "Esta é a descoberta mais importante desde a dos textos de Nag Hammadi", dise Zahi Hawas, secretário-geral do Conselho Superior de Antigüidades (CSA), numa entrevista coletiva promovida no sábado. Nos textos de Nag Hammadi, 600 km ao sul do Cairo, foram identificados os quatro evangelhos de João, Marcos, Lucas e Mateus. Os doze textos de Nag Hammadi, compostos de libretos de papiro encadernados com pele, foram descobertos por acaso, em 1945, por camponeses que estavam desenterrando uma jarra. Hawas frisou que a utilização de um túmulo faraônico para esconder os manuscritos "mostra a perseguição que sofriam os coptos durante o império romano. Thomas Gorik, chefe da missão arqueológica polonesa, informou que os três manuscritos estavam enterrados na areia num túmulo que data do Império Médio (2000-1800 antes de Cristo). "O primeiro manuscrito mede 22,5 cm de altura e 17 cm de largura. Não sabemos quantas páginas tem. Ele estava dentro de um cofre de madeira decorado com grafismos gregos", acrescentou. O segundo manuscrito é decorado com pequenos círculos. Tem 50 páginas, assim como o terceiro manuscrito, que também está encadernado, mas se encontra em péssimo estado. Descoberta impressionante! 1ª Igreja na região de MegidoNo dia 05 de novembro de 2005 foi anunciado pelo canal 2 de Israel o que já há muito vem sido pesquisado pela secretaria de antiguidades em Israel. Após meses de procura de achados arqueológicos na prisão de terroristas junto a Megido, no sul da Galileia, quando a secretaria de arqueologia já havia autorizado a construção de um novo setor para presos foram feitas descobertas incríveis.
Diante das descobertas e empolgações dos arqueólogos ficou constatado que se trata provavelmente da maior e mais antiga igreja achada em toda a região de Israel. O que provavelmente mudará as questões ligadas a construção ali na região. Segundo as autoridades arqueológicas se trata de uma verdadeira raridade por suas proporções e riqueza de detalhes.
As obras tiveram que ser completamente paralisadas até que a secretaria de antiguidades decida qual será o destino das antiguidades, se estas serão transferidas ou se a obra vai ser embargada. A região de Megido é conhecida como uma região cheia de possibilidades arqueológicas, no ano 2002 o primeiro sítio arqueológico da região fez 100 anos de escavações(Tel Megido) o qual teve seu início com o mandato britânico. O mais curioso é que por ser dentro da área da cadeia de Megido, as escavações são realizadas por presos palestinos comuns da cadeia que desejaram participar das explorações e descobertas. As escavações estão previstas para encerrarem somente daqui a duas semanas, mas creio que após estas descobertas ainda levará muito tempo para sabermos qual será o destino real destas descobertas.
Arqueólogo encontra peça com o nome de Golias em Israel
13 Nov 2005 12:38 Por Allyn Fisher-Ilan RAMAT GAN, Israel
Um pesquisador israelense disse ter feito a primeira descoberta arqueológica indicando que a história bíblica de David e Golias pode ter realmente ocorrido. Um pedaço de cerâmica retirado de uma escavação iniciada há uma década no sul de Israel tinha a inscrição "Alwat" e "Wlt" em estilo semítico antigo, possíveis versões filistéias do nome Golias, afirmou Aren Maeir, que comanda a escavação. "Esse é um achado único", disse ele sobre o pedaço de cerâmica avermelhado. "Temos aqui uma evidência muito forte que o nome Golias, aparecendo na Bíblia no contexto da história de David e Golias, não é somente uma criação literária posterior." Maeir, chefe do departamento de arqueologia da Universidade de Bar-Ilan, perto de Tel Aviv, declarou à Reuters que seus escavadores encontraram o pedaço de cerâmica, possivelmente parte de uma tigela, enterrada a dois metros do chão em Tell es-Shafi. É quase uma certeza que o ponto da escavação foi no passado parte da cidade de Gath, que, segundo a Bíblia, foi a casa de Golias. A história bíblica da derrota épica do gigante filisteu nas mãos do muito menor David, que mais tarde se tornaria o rei de Israel, é há bastante tempo uma metáfora popular para o triunfo do bem contra todas as adversidades. A cerâmica encontrada, que, calcula-se, seja de 900 AC, não é antiga o suficiente para poder ter pertencido ao gigante Golias. Acredita-se que ele teria vivido por volta do ano 1000 AC, de acordo com Maier. No entanto, o pesquisador acrescentou: "É a primeira vez na terra de Israel que encontramos o nome Golias, ou um nome como Golias." "Não encontrei o crânio de Golias com um buraco no centro da testa, mas é a primeira evidência arqueológica achada em um lugar filisteu, o que dá grande credibilidade" à história, afirmou o cientista, nascido nos Estados Unidos. Segundo o livro bíblico de Samuel, um gigante fortemente armado desafiou um soldado israelense para um duelo. David, naquele tempo um pastor, encarou o desafio e derrotou o filisteu com uma pedra e uma atiradeira. De acordo com Maeir, o pedaço de cerâmica também é a incrição filistéia mais antiga já encontrada em Israel. "Muito do que sabemos dos filisteus é pela Bíblia. Eles seriam um povo mau, bárbaro. Do ponto de vista arqueológico, temos evidências de que eles tinham uma cultura rica e fascinante", disse. Fonte: Reuters
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