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日志


tumba de Zacarias

Inscrição em grego liga tumba de Jerusalém a tio de Jesus.
Apesar de ninguém ter certeza onde Zacarias foi enterrado, especialistas afirmam que os monumentos construídos nessa época costumam ser autênticos.

Durante séculos, pessoas jogam pedras em um mausoléu ornamentado no vale de Kidron, em Jerusalém, por acreditarem que ele pertence a Absalon, filho do rei bíblico David. Porém, uma inscrição aponta que ele pode pertencer não a Absalon, mas a Zacarias, pai de João Batista.

O evangelho de São Lucas descreve Zacarias como um homem idoso da casta de sacerdotes de Abijah a quem um dia, enquanto queimava incenso no templo, um anjo anunciou que a mulher, Isabel --irmã de Maria, mãe de Jesus--, também de idade avançada, daria à luz um filho, são João Batista.

"As pedras desgastaram a superfície (do mausoléu), especialmente a inscrição", disse o antropólogo Joe Zias. Segundo ele, a tumba não poderia pertencer a Absalom --príncipe israelita que se revoltou contra seu pai-- porque ele morreu mil anos antes da construção do monumento.

Talhada em pedra calcária, a frase em grego foi quase apagada ao longo dos séculos e passava desapercebida, até que Zias viu a letra alfa em uma antiga fotografia em preto-e-branco da entrada da tumba.

A fotografia foi tirada há cerca de 30 anos. Desde então, o local, que fica entre a Cidade Velha de Jerusalém e o monte das Oliveiras, foi abandonado e atraiu traficantes e criminosos --um viciado chegou a transformar uma câmara em sua casa.

Jogo de luzes

Zias estudou a tumba por meses, até descobrir que a inscrição pode ser vista apenas durante o pôr-do-sol no verão --época em que a fotografia foi tirada-- por uma combinação de luzes e sombras.

O antropólogo reuniu-se então com um dos maiores especialistas no mundo em escrita antiga, o padre Emile Puech, para decifrar o texto.

"Imaginei que o povo seria bilíngue. Talvez pensaram em aramaico e então traduziram para o grego", disse Puech sobre a inscrição, que teria sido feita em torno do ano 350. Segundo ele, a frase diria: "Esse é o monumento funerário de Zacarias, mártir, padre muito piedoso, pai de João".

Puech acredita que ela foi feita por monges cerca de uma década depois de o cristianismo se tornar a religião oficial do Império Romano. Nesse período, os cristão construíram monumentos em locais ligados a Jesus, como a Igreja do Santo Sepulcro, onde ele teria sido crucificado.

Apesar de ninguém ter certeza onde Zacarias foi enterrado, especialistas afirmam que os monumentos construídos nessa época costumam ser autênticos.

Agora, Zias e Puech tentam decifrar outra inscrição, encontrada na lateral da tumba. A única palavra que identificaram até agora é Simeão, que teria abençoado Jesus e o identificado como messias. A história é relatada no livro de são Lucas, no Novo Testamento.

Zias espera encontrar uma inscrição que liga Tiago, o Justo --quem seria irmão ou primo de Jesus-- à tumba. Segundo a tradição cristão, ele foi enterrado com Simeão e Zacarias. "Há três nichos funerários, então tudo se encaixa", afirma o antropólogo.

A descoberta foi publicada na edição de julho da revista francesa "Revue Biblique". "Essa pode ser uma das mais descobertas mais fantásticas em décadas", disse o arqueólogo James Strange, da Universidade do Sul da Flórida, especializado nos períodos Bizantino e Cristão.

Descrença

Além da desconfiança provocada nos cristão e nos israelitas, o estudo de Zias enfrenta o ceticismo da comunidade científica, especialmente após um ossário --anunciado como sendo de Tiago-- revelar-se uma fraude.

A falsificação --que rendeu dinheiro para os envolvidos, os quais venderam a história para a mídia-- tem dificultado o trabalho de Zias, que não consegue financiamento para finalizar sua pesquisa.

"A ironia é que esses caras surgiram com um ossário falsificado e ganham milhares de dólares", critica. "Então nós aparecemos que algo autêntico, incontestável, e temos de nos ajoelhar para conseguir verba."

Fonte: Folha

moedas do templo

2 MOEDAS ANTIGAS DESCOBERTAS NO MONTE DO TEMPLO


Duas moedas antigas, uma de meio shekel utilizada para pagar a "taxa do Templo" e uma outra ligada a uma figura central relacionada com a história do Hanukkah foram descobertas no meio do lixo que tem sido removido do Monte do Templo e despejado num local próximo ao Monte das Oliveiras.

A primeira moeda, um meio shekel em prata, foi aparentemente moldada no próprio Monte do Templo pelas autoridades do Templo durante o primeiro ano da "Grande Revolta contra os Romanos" no ano 66-67 d.C.

A Bíblia ordena a cada judeu que contribua com um meio shekel para a manutenção do Templo em Jerusalém. A segunda moeda tem a imagem do governador grego Antíoco Epifâneo IV (175 - 163 a.C.) que suprimiu a prática do Judaísmo até que a revolta dos Macabeus restaurou a soberania judaica e purificou o Templo.

caverna em Jordão

NOVA DESCOBERTA ARQUEOLÓGICA EM ISRAEL

Uma grande caverna foi descoberta recentemente na região do Vale do Rio Jordão como parte de uma série de investigações geológicas que têm sido realizadas no país.

Esta caverna que foi provavelmente escavada durante o período do Segundo Templo, foi utilizada por diversas civilizações desde então até a dominação muçulmana na região.

A caverna era utilizada provavelmente como pedreira, pois grandes pedras foram achadas dentro dela, e estavam preparadas para serem retiradas.

Além disso, a caverna é sustentado por cerca de 20 grandes colunas de dois metros por dois metros de largura. Encontram-se nela muitas inscrições e ilustrações que vão desde o período romano, passando pelo período bizantino até ao período muçulmano.

A caverna, que tem mais de oitenta metros de extensão, atinge cerca de 15 metros de profundidade e deverá passar por explorações arqueológicas, devendo ser preparada para visitas.

A descoberta foi realizada em um local onde funcionavam outras pedreiras. Foi localizada acidentalmente quando um dos responsáveis pelo mapeamento geológico notou uma pequena abertura em uma rocha e decidiu então verificar do que se tratava.

A caverna, está localizada ao oriente do Moshav Naama, está sendo considerada como um grande tesouro, e suas pedras típicas foram utilizadas para a construção de sinagogas e igrejas pelo vale do Jordão, Massada e acredita-se que até mesmo em Jerusalém.
Os arqueólogos declararam que pela quantidade de crucifixos esculpidos dentro da caverna, pode ser que o local e as pedras retiradas dali fossem consideradas santas nos períodos de exploração.

Além disso, ela é composta de 15 salas de extrema beleza e impacto, declararam os arqueólogos.

Jardim do Éden

Descoberta arqueológica pode ser o Jardim do Eden

Um pastor curdo, andando sozinho no deserto em 1994 fez o que pode ser a maior descoberta arqueológica de todos os tempos. Uma descoberta que pode revolucionar a história das religiões e desvendar a verdade sobre o Jardim do Éden.

Andando com seu rebanho em uma tarde de verão ele encontrou duas pedras com um formato estranho. Voltando a aldeia resolveu contar sobre seu achado. Afinal as pedras poderiam ser algo importante.

Poucas semanas depois a notícia da descoberta do pastor de ovelhas chegou ao conhecimento dos curadores do museu da cidade de Sanliurfa que entrou em contato com o German Archaeological Institute em Istanbul e, no final de 1994 o arqueólogo alemão Klaus Schmidt chegou ao sítio de Gobekli Tepe. O que o Sr. Schimdt encontrou pode mudar a história da humanidade.

Em um momento de rara concordância, arqueólogos de todo o mundo concordam com a importância do sitio de Gobekli Tepe. E deixa a grande maioria deles estupefatos e excitados. Uma descoberta digna dos filmes de Indiana Jones, só que na vida real, documentada e registrada.

O que o pastor de ovelhas encontrou foi a parte superior de dois monólitos em forma de T as primeiras de um sítio muito maior composto de monumentos, paredes e colunas de pedras, cobertas de entalhes de animais: Javalis, patos, serpentes, leões.

Os entalhes apresentam algumas figuras que parecem humanas, com os braços estilizados e, funcionalmente, todo o conjunto parece ser um templo ou um lugar para rituais.

Para datação, foram escavadas 45 destas “pedras” que estão organizadas em círculos, mas medições geomagnéticas indicam que existem algumas centenas de outras pedras esperando para ser escavadas.

Até agora é isso. Gobekli Tepe poderia entrar para a história como sendo o Stonehenge turco não fossem alguns fatores que tornam esse sitio único, chegando ao limite do fantástico e extraordinário.

O primeiro detalhe surgiu da datação por carbono. As pedras têm entre 12000 e 13000 anos. Ou seja, foram construídas 10.000 anos antes de Cristo. Para comparação, as pedras de Stonehenge foram levantadas 3000 anos antes de Cristo e as pirâmides de Gizé são datadas de 2500 anos antes de Cristo. Colocando o sitio de Gobekli Tepe como o mais antigo achado arqueológico da história, batendo os concorrentes com vantagem astronômica.

As pedras são anteriores a idade do bronze, a escrita, a cerâmica. São anteriores a tudo que conhecemos e como diabos os homens das cavernas fizeram tal obra?

O Sr. Schimdt especula que, durante décadas, grupos de caçadores ocuparam o lugar durante a construção, vivendo em tendas e caçando e comendo. Pontas de flechas encontradas no local suportam essa versão e confirmam a datação dos monumentos.

Por si só, a revelação que caçadores pré-tudo, tiveram a capacidade de construir um monumento como o encontrado em Gobekli Tepe, muda toda a concepção histórica que temos da evolução humana. Dotando os homens deste período de uma sofisticação inimaginável até agora. Quase como se os Deuses tivessem descido dos céus para construir Gobekli Tepe por conta própria.

É aqui que entra a conexão bíblica.

O Sr. Schimdt acredita que Gobekli Tepe seja um templo do que conhecemos hoje como o Jardim do Éden. Para entender como um cientista chega a uma conclusão destas precisamos entender que, para muitos de nós, o Jardim do Éden não passa de uma lenda ou uma metáfora da pureza da humanidade no começo dos tempos.

Para os estudiosos a história contém uma função didática e pode ter sido uma forma de registrar os traumas sofridos quando fomos forçados a deixar a caçada pela agricultura.

Sabemos que a mudança foi traumática por que fósseis da época mostram que os efeitos dessa mudança. As pessoas cresciam menos e menos saudáveis enquanto seus corpos se adaptavam a nova dieta e aos rigores da agricultura primitiva. Certamente essa mudança não foi realizada por vontade própria. Alguns historiadores acreditam na extinção de animais ou em fatores climáticos capazes de forçar essa mudança.

O Sr. Schimdt acredita em outra possibilidade.

“Para criar este templo, os caçadores devem ter se reunido aqui em grande número. E, uma vez que a obra estava concluída, devem ter se congregado em adoração. Neste momento eles devem ter percebido que seria impossível alimentar tanta gente com caçadas e coleta… então eu acredito que a religião tenha motivado a agricultura.”

Para suportar essa versão está a certeza histórica de que, a mudança para a agricultura ocorreu nesta mesma região. O que não sabemos ainda é o que motivou essa mudança. Os primeiros porcos e ovelhas domesticados são de uma região a cem quilômetros de Gobkli Tepe. O trigo que comemos hoje descende do trigo plantado nas colinas de Gobekli Tepe a milhares de anos e cereais como o arroz e a aveia também podem ter sua origem traçada até essa região do mundo.

Isso não é tudo. Além de mudarem para uma forma mais trabalhosa de vida esses primeiros fazendeiros tiveram que enfrentar um desastre ecológico. O estudo do solo da região deserta que temos hoje indica que há 10.000 anos essa região foi um verdadeiro “paraíso” na Terra. Uma região cortada por rios, planícies, montanhas e vales verdejantes. A agricultura destruiu tudo isso, talvez no primeiro desastre ecológico da história.

Há medida que campos eram plantados e árvores derrubadas o micro clima da região mudou, a terra foi exposta a erosão e a terra da fartura tornou-se a terra do suor e trabalho árduo.

Por certo, alguns vão dizer que essas teorias não passam de pura especulação, por mais evidência histórica que as comprovem.

A Bíblia nos diz que o Eden estava entre 4 rios incluindo o Tigre e o Eufrates. Gobekli Tepe está entre o Tigre e o Eufrates. Um texto assírio antigo coloca Beth Eden (a casa do Eden) a 100 km de onde está Gobekli Tepe. Um outro livro do antigo testamento diz que as crianças do Eden estavam em Thelasar, uma cidade síria próxima a Gobekli Tepe. A própria palavra Eden tem origem na palavra suméria para planície e Gobekli Tepe se encontra na planície de Harran.

Quando colocamos tudo isso junto com as recentes descobertas históricas e o suporte de descobertas anteriores ficamos claramente tentados a colocar o Eden em Gobekli Tepe. Se assim for, parece que a coisa acabou mal. Foram encontrados esqueletos (crânios) adultos no que pode ter sido os primeiro rituais de sacrifício humano da história.

Há, mais ou menos, 8000 anos os habitantes da região enterram todas as construções de Gobekli Tepe em toneladas de areia, criando as colinas artificiais onde o pastor de ovelhas costuma levar seu rebanho para pastar.

texto original de autoria de Tom Knox, autor do livro livro: "The Genesis Secret"  

Traduzido por Frank Coelho de Alcantara

descoberta de texto hebraico de 3000 anos

  
    Arqueólogos em Israel anunciaram ontem a descoberta um texto hebreu, o mais antigo alguma vez encontrado. O achado ocorreu numa antiga cidade a cerca de 20 quilómetros a sudeste de Jerusalém, no mítico Vale de Elah, onde David derrotou Golias.
 
     Os peritos ainda não conseguiram decifrar completamente as cinco linhas do texto escrito a tinta preta num pedaço de cerâmica que foi encontrado na escavação arqueológica conhecida como fortaleza de Elah, ou Khirbet Qeiyafa. Segundo os arqueólogos da Universidade Hebraica de Israel, responsáveis pela datação dos objectos encontrados, a inscrição terá cerca de 3000 anos, o que antecede em 1000 anos os Manuscritos do Mar Morto.
 
    Segundo a Bíblia, David - que mais tarde se tornou no rei judeu mais reconhecido - matou Golias, guerreiro filisteu, numa batalha no vale de Elah, onde atualmente existem apenas vinhas e uma estacão de satélites de Israel.
 
    Até ao momento, segundo o “The New York Times”, apenas uma pequena parte da área foi escavada. "Este é um novo tipo de lugar que subitamente nos abre uma janela para uma área da qual não sabíamos quase nada, e exige que repensemos o que aconteceu neste período", disse Aren M. Maeir, professor de arqueologia da Universidade Bar-Ilan e diretor de outra escavação próxima na região. O especialista salienta que esta é "uma descoberta única".
 
    Do texto encontrado conseguiram deslindar apenas algumas palavras, entre elas: “julgar”, “escravo” e “rei”. Os caracteres foram escritos em proto-Canaanita, língua precursora do alfabeto hebreu. Graças ao verbo com três letras que significa “fazer” em hebraico, Yosef Garfinkel, o arqueólogo responsável garante que a inscrição é mesmo hebraica. “Isto faz-nos crer que é hebraica e que será a mais antiga já encontrada”.
 
    Outros cientistas, segundo a BBC, aconselham mais cautela e defendem que seria necessário mais estudos para confirmar esta acepção. Reinado de David Garfinkel afirmou que estas descobertas podem dar importantes pistas sobre o reinado do Rei David sobre os israelitas. “A cronologia e a geografia de Khiret Qeiyafa criam um ponto de encontro único entre mitologia, história, historiografia e a arqueologia do rei David”, disse Garfinkel. O período de 10 a.C. é o mais controverso na arqueologia bíblica porque foi ali que, de acordo com o Velho Testamento, David uniu os reinos da Judeia e Israel.
 
    Para muitos judeus e cristãos, mesmo os que não levam as Escrituras à letra, a Bíblia é uma fonte histórica vital. Para o Estado de Israel, que se considera mesmo como descendente do reino de David, evidências que atestem as histórias bíblicas têm um enorme valor. No entanto, os dados arqueológicos de tal reino são escassos (quase inexistentes) e inúmeros estudiosos de hoje argumentam que ele não passou de um mito criado séculos depois, como explica o “New York Times”.
 
    Ainda falta pôr a descoberto mais 96 por cento deste local, um processo que poderá demorar ainda 10 anos. Garfinkel espera que mais artefactos importantes sejam descobertos e que possam acrescentar elementos essenciais a esta descoberta.

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Exposição reúne achados arqueológicos da Terra Santa

Modelo de templo está exposto na mostra
Mais do que se informar por meio de relatos de passagens históricas ligadas ao judaísmo e ao cristianismo, como a construção do Primeiro e Segundo Templos e a existência de Jesus Cristo, os visitantes da exposição "Tesouros da Terra Santa - Do Rei David ao Cristianismo", em exposição no Masp (Museu de Arte de São Paulo) a partir desta quarta-feira (13), poderão ver, sentir e tirar suas próprias conclusões sobre parte da história dessas religiões.

A exposição, com peças do Museu de Israel (em Jerusalém), fica no Masp até novembro. Ao todo, são 150 achados arqueológicos do período compreendido entre 1.000 a.C. até o século 1º da era cristã, reunidos para ajudar a comprovar dados históricos.

Entre eles, estão o ossuário de Caifás e uma inscrição com o nome de Pôncio Pilatos, dados como dois dos cinco artefatos genuínos da arqueologia que comprovam dados históricos do período de Jesus na Palestina. Outra peça de destaque exposta no museu é a "pedra da vitória", entalhada por um rei de Aram, contendo uma inscrição que menciona a "Casa de Davi", referência à dinastia fundada pelo rei.

Painel fotográfico com sinagogas do período bizantino (70 d.C. - 640 d.C.), em exposição

O espaço expositivo será dividido em partes distintas. A primeira terá foco nos aspectos históricos, religiosos e políticos da Terra Santa e na centralização do culto em Jerusalém, além de descrever a vida cotidiana dos israelenses.

Já a segunda parte será voltada ao período do Segundo Templo, em Jerusalém, e ao início do cristianismo. Serão traçados o papel do Templo Sagrado e o estilo de vida dos primeiros cristãos.

O período bizantino ganha destaque na parte final da mostra. Nessa época, seguidores do judaísmo e do cristianismo se dedicavam à construção de monumentais casas de oração --antigas sinagogas e igrejas de estrutura semelhante, pois ambas possuíam pia batismal, altar e outros objetos, refletindo a origem comum.

Fonte: Guia da Folha On line

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Encontrada prova de general citado na Bíblia

Com a exceção de reis antigos, é pouco freqüente encontrar provas da existência de personagens que aparecem na Bíblia [na verdade, há muitos achados que confirmam a existência de vários personagens bíblicos], mas um pesquisador encontrou, no Museu Britânico, vestígios do general babilônio Nebo-Sarsequim, citado no livro sagrado do cristianismo [e do judaísmo].

O especialista na civilização assíria Michael Jursa descobriu uma pequena tabuleta de argila na qual o general é citado, informou hoje o Museu Britânico. Segundo a Bíblia, ele tomou parte no ataque a Jerusalém.

A tabuleta data de 595 a.C. e trata de uma oferenda de ouro apresentada por Sarsequim no templo principal da Babilônia, provavelmente em honra aos deuses. O objeto, gravado com escrita cuneiforme, a mais antiga conhecida pelo homem, é anterior à destruição de Jerusalém pelo Império da Babilônia, em 587 a.C.

De acordo com o capítulo 39 do Livro de Jeremias, Sarsequim esteve ao lado de Nabucodonosor, o rei de Babilônia, no ataque a Jerusalém.

Jursa, catedrático associado da Universidade de Viena, tem estudado tabuletas no Museu Britânico desde 1991. "Ler tabuletas babilônicas é, às vezes, muito trabalhoso, mas também muito gratificante", disse o especialista, em comunicado divulgado pelo museu.

Atualmente, apenas alguns estudiosos no mundo todo são capazes de decifrar a escrita cuneiforme, utilizada no Oriente Médio entre 3.200 a.C. e o século II d.C.

O Museu Britânico conta com mais de 100 mil tabuletas com inscrições, que são revisadas pelos especialistas.
 
Fonte: Portal Terra

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Descoberta igreja do Império Bizantino em Israel

Uma igreja construída durante o Império Bizantino, entre os séculos VI e VII d.C., foi descoberta em uma obra para construção de casas em Nes Harim, a 20 km de Jerusalém, Israel, informou a agência AFP nesta quarta-feira. Segundo a Autoridade de Antiguidades de Israel, moradores da região alertaram sobre o sítio arqueológico onde está a sede religiosa.

 

Durante as escavações, os arqueólogos encontraram uma ampla entrada em frente à igreja, que tem o chão decorado por mosaicos com figuras e escritas. No entanto, as ornamentações estão danificadas e foram quase destruídas completamente por vândalos, informou o diário israelense Haaretz.

A equipe de pesquisadores responsável pela escavação acredita que a região esconda outros objetos arqueológicos da época bizantina. "Sabemos de outras igrejas e monastérios que podem estar localizados em Nes Harim", disse o arqueólogo Daniel Ein Mor, citado pelo jornal israelense.

O Império Bizantino, conhecido no início como Império Romano do Oriente, sucedeu os romanos como reinado dominante do Mar Mediterrâneo. Em 1453 d.C., os bizantinos foram derrotados pelos turcos otomanos, marcando o fim da Idade Média. Na época, a capital - Constantinopla - teve o nome trocado para Istambul.

Redação Terra

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Egiptólogo espanhol descobre câmara funerária egípcia de 3.500 anos

Tumba está decorada com passagens do famoso Livro dos Mortos.
Local abrigaria corpo de escriba da 'mulher-faraó' Hatshepsut.

O egiptólogo espanhol José Manuel Galán descobriu uma câmara funerária pintada de 3.500 anos em Luxor, anunciou o Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC) da Espanha.

Pinturas na tumba são trechos do famoso Livro dos Mortos egípcio (Foto: France Presse/CSIC)

A câmara, que faz parte do cemitério de Dra Abu El-Naga, tem as paredes e o teto completamente pintados com desenhos e hieróglifos do Livro dos Mortos e seria de Djehuty, uma autoridade da época, segundo o CSIC.

Esse dignatário foi o escriba real, supervisor do Tesouro e supervisor dos trabalhos dos artesãos do rei sob as ordens de Hatshepsut, uma das poucas mulheres a assumir o cargo de faraó, filha de Tutmosis I, cujo reinado aconteceu entre os anos 1479 e 1457 antes de Cristo.

A câmara, uma sala quadrada de 3,5 metros de largura e 1,5 metro de altura, é uma das primeiras a ter sido completamente decorada com pinturas da época.

Fonte: www.globo.com

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Júbilo impera entre os arqueólogos bíblicos! Mais dois personagens da corte judaica deixaram de ser conhecidos apenas nas páginas das Bíblias ao redor do mundo para se apresentarem a todos através de uma descoberta arqueológica. Essa descoberta é incrivelmente significativa porque reforça o que muitos cristãos têm afirmado ao longo dos séculos: a Bíblia é um documento histórico confiável! Alguém pode questionar: “Qual a importância desse achado para o mundo acadêmico? De que maneira ele favorece a confiabilidade histórica da Bíblia?” Vejamos:

A recente descoberta desenterrou a segunda prova de que o texto de Jeremias 38:1 foi baseado em fatos históricos confiáveis. Esse texto menciona os principais ministros do Rei Zedequias (597-586 a.C), o último rei de Judá: Jucal, filho de Selemias e Gedalias, filho de Pasur.

Esse achado está relacionado com outro artefato desenterrado em 2005 e que também foi causa de muita celebração, pois foi o primeiro que corroborou o texto bíblico de Jeremias 38:1. Na ocasião, foi encontrado o selo de Jucal, filho de Selemias (Yehukal ben Selemyahu).
Desta vez, o selo encontrado foi de Gedalias, filho de Pasur! E tem mais: Os nomes impressos sobre eles estão completos e em perfeitas condições de serem lidos. A informação torna-se mais impressionante, já que estamos falando de documentos de 2600 anos atrás!

As letras da inscrição Gedalyahu ben Pasur (Gedalias, filho de Pasur) estão em hebraico antigo e em perfeito estado de conservação, o que facilitou a tradução das duas linhas. Sendo o hebraico uma língua lida da direita para a esquerda, a primeira letra da primeira linha (l), é a preposição “para, pertencente a”, e as três últimas letras da mesma linha (yhw) é a forma abreviada do nome de Deus (YHWH), pronunciado comumente como “yahu”. Gedalias significa “O Senhor é Grande”. Pena que seu nome não revelou seu caráter, já que no capítulo 38 de Jeremias ele e outros ministros, entre eles Jucal, tentaram matar o profeta lançando-o numa cisterna sem água. Jeremias só não morreu graças aos esforços de um etíope, Ebede Meleque, que o retirou de lá.

A responsável pela descoberta foi a arqueóloga israelense Eilat Mazar, da Universidade Hebraica, de Jerusalém. Seu nome veio à tona quando, em 2005, ela anunciou a descoberta do palácio de Davi, na parte mais baixa de Jerusalém. Nas palavras dela: “Não é muito freqüente que uma descoberta aconteça em que figuras reais do passado agitam a poeira da história e tão vividamente revivem as histórias da Bíblia.”. Todas essas evidências exigem um veredito: A Bíblia é um documento histórico confiável!

Fonte: http://ibrpe.wordpress.com/2008/08/19/achados-artefatos-arqueologicos-que-comprovam-a-historicidade-de-mais-dois-personagens-biblicos/

Achada Bíblia na língua de Jesus


Achada Bíblia na língua de Jesus
Polícia de Chipre achou volume escrito em siríaco, dialeto aramaico

Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!
Autoridades do Chipre, região controlada pela etnia turca, afirmam ter achado uma Bíblia antiga escrita na língua de Jesus. O achado aconteceu após uma investigação contra traficantes de antiguidades. Para eles, o artefato pode ter 2.000 anos. O códice está escrito em siríaco, dialeto aparentado ao aramaico falado por Jesus e pelos judeus da Palestina no século I de nossa era. A obra ainda precisa ser avaliada em detalhes por especialistas, mas alguns pesquisadores que tiveram acesso a fotos avaliam que a tinta dourada e a caligrafia sugerem uma idade mais recente, da Idade Média em diante.
 

AS CIDADES BÍBLICAS DESCOBERTAS PELA CIÊNCIA

As muralhas de Jericó
E a muralha ruiu por terra... (J s 6.20).

O dr. John Garstang, diretor da Escola Britânica de Arqueologia de Jerusalém e do Departamento de Antiguidades do governo da Palestina (1930-36), descobriu em suas escavações que o muro realmente "foi abaixo"; caiu, e que era duplo. Os dois muros ficavam separados um do outro por uma distância de cinco metros. O muro externo tinha dois metros de espessura e o interno, quatro metros. Os dois tinham cerca de dez metros de altura. Eram construídos não muito solidamente, sobre alicerces defeituosos e desnivelados, com tijolos de dez centímetros de espessura, por trinta a sessenta centímetros de comprimento, assentados em argamassa de lama. Eram ligados entre si por casas construídas de través na parte superior, como a de Raabe, por exemplo, erguida "sobre o muro".

Garstang verificou também que o muro externo ruiu para fora, pela encosta da colina, arrastando consigo o muro interno e as casas, ficando as camadas de tijolos cada vez mais finas à proporção que rolavam ladeira abaixo. O dr. Garstang pensa haver indícios de que o muro foi derribado por um terremoto, o que pode ser, perfeitamente unia conseqüência da ação divina.

0s cristãos não possuem nenhuma dúvida quanto à existência das cidades mencionadas no Antigo e no Novo Testamento. Por isso, dificilmente julgamos necessário conhecer alguma documentação que comprove esse fato. Não obstante, sabemos que muitas obras religiosas não resistem à menor verificação arqueológica, o que contrasta imensamente com a Bíblia que, através dos séculos, tem seus apontamentos históricos e geográficos cada vez mais ratificados pela verdadeira ciência. Evidentemente, nossa fé não está baseada nas descobertas da ciência. Entretanto, não podemos ignorar os benefícios provindos dela quando seus estudos servem para solidificar a nossa crença.

O objetivo desta matéria é apresentar uma lista parcial de algumas cidades mencionadas na Bíblia e encontradas atualmente pelas escavações arqueológicas. Elaboraremos a lista apresentando suas respectivas evidências. Esclarecemos também essa seletividade porque há centenas de outras cidades que também foram evidenciadas pela arqueologia. O que faremos aqui, no entanto, é apenas uma breve introdução ao assunto.

Este artigo se propõe tão somente a lançar mais evidências ao fato de que a Bíblia não é um livro de ficção, de histórias inventadas por homens falíveis, mas, sim, inspirada por Deus, portanto, suas citações geográficas resistem à verificação arqueológica.

De fato, a Bíblia não só descreve esses lugares em suas páginas como também o faz com extrema precisão. Vejamos:

1. Siquém
Referência bíblica:
"E chegou Jacó salvo a Salém, cidade de Siquém, que está na terra de Cariàã, quando vinha de Padã-Arã; e armou a sua tenda diante da cidade" (Gn 33.18;12.6; grifo do autor).

Evidência arqueológica:
"Escavações foram empenhadas em Siquém, primeiramente pelas expedições austríaco-alemãs em 1913 e 1914; posteriormente no período de 1926 a 1934, sob a responsabilidade de vários arqueólogos; e, por fim, por uma expedição americana no período de 1956 a 1972 [...] A escavação na área sagrada revelou uma fortaleza na qual havia um santuário e um templo dedicado a El-berith, `o deus do concerto'. Este templo foi destruído por Abimeleque, filho do juiz Gideão (Veja Jz 9) e nos proporcionou uma data confiável acerca do `período teocrático'. Recentemente, nas proximidades do monte Ebal (Veja Dt 27.13), foi encontrada uma estrutura que sugere identificar um altar israelita. Datado do 13° ou 12° século a.C., o altar pode ser considerado como contemporâneo de Josué, indicando a possibilidade de ter sido construído pelo próprio líder hebreu, conforme é descrito em Deuteronômio 27 e 28". (Horn, Siegfried H, Biblical archaeology: a generation of discovery, Andrews University, Berrien Springs, Michigan,1985, p.40).

2. Jericó
Referência bíblica: "Depois partiram os filhos de Israel, e acamparam-se nas campinas de Moabe, além do Jordão na altura de Jericó" (Nm 22.1; grifo do autor).

Evidência arqueológica:
"Jericó foi a mais velha fortaleza escavada". (Horn, Siegfried H. Biblical archaeology: a generation of discovery, Andrews University, Berrien Springs, Michigan, 1985, p. 37)
"A cidade de Jericó é representada hoje por um pequeno montículo de área [...1 A cidade antiga foi escavada por C. Warren (1867), E. Sellin e C. Watzinger (1907-09), J. Garstang (1930-36), e K. Kenyon (1952-58)". (Achtemeier, Paul J., Th.D. Harper's Bible Dictionary San Francisco: Harper and Row, Publishers, Inc., 1985).
"A primeira escavação científica em Jericó (1907-9) foi feita por Sellin e Watzinger em 1913". (The New Bible Dictionàry Wheaton, Illinois: Tyndale House Publishers, Inc., 1962).

3. Arade
Referência bíblica: "Ouvindo o cananeu, rei de Arade, que habitava para o lado sul, que Israel vinha pelo caminho dos espias, pelejou contra Israel, e dele levou alguns prisioneiros" (Nm 21.1; 33.40; grifo do autor).

Evidência arqueológica:
"Escavações realizadas por Y. Aharoni e R. B. K. Amiran no período de 1962 a 1974 comprovaram a existên cia de Arade - 30 km ao nordeste de Berseba" (The New Bible Dictionary Wheaton, Illinois: Tyndale House Publishers, Inc.,1962).

"O local consiste em um pequeno monte superior ou acrópole onde as escavações revelaram ser a cidade da Idade do Ferro". (Achtemeier, Paul J., Th.D., Harper k Bible Dictionary, San Francisco: Harper and Row, Publishers, Inc.,1985).


Referência bíblica: "E chamaram-lhe Dá, conforme ao nome de Dá, seu pai, que nascera a Israel; era, porém, antes o nome desta cidade Laís" (Jz 18.29; grifo do autor).

Evidência arqueológica:
"A escavação de Dá começou em 1966 sob a direção de Avraham Biran". (Horn, Siegfried H., Biblical archaeology: a generation of discovery, Andrews University, Berrien Springs, Michigan, 1985, p.42).

"Primeiramente chamada Laís, esta cidade é mencionada nos textos das tábuas de Mari e nos registros do faraó Thutmose III, no século XVIII a.C. É identificada como Tel Dá (moderna Tell el-Qadi) e localiza-se no centro de um vale fértil, próximo de uma das principais fontes de alimentação, o Rio Jordão [...] Tel Dá tem sido escavada por A. Biran desde 1966. A primeira ocupação no local remonta ao terceiro milênio antes de Cristo". (Achtemeier, Paul J., ThU, Harper's Bible Dictionary, San Francisco: Harper and Row, Publishers, Inc.,1985).

5. Susã
Referência bíblica: "As palavras de Neemias, filho de Hacalias. E sucedeu no mês de quisleu, no ano vigésimo, estando eu em Susã, a fortaleza" (Ne 1.1; Et 1.1; grifo do autor).

Evidência arqueológica:
"Escavações conduzidas por Marcel Dieulafoy no período de 1884 a 1886 comprovaram a existência da cidade de Susã". (Douglas, J. D., Comfort, Philip W & Mitchell, Donald, Editors. Whos Who in Christian History Wheaton, Illinois: Tyndale House Publishers, Inc., 1992.)

6. Nínive
Referência bíblica: "E veio a palavra do SENHOR a Jonas, filho de Amitai, dizendo: Levantate, vai à grande cidade de Nínive, e clama contra ela, porque a sua malícia subiu até a minha presença" (Jn 1.1,2; 2Rs 19.36; grifo do autor).

Evidência arqueológica:
"Nínive foi encontrada nas escavações de Austen H. Layard no período de 1845 a 1857". (Douglas, J. D., Comfort, Philip W & Mitchell, Donald, Editors. Who's Who in Christian History, Wheaton, Illinois: Tyndale House Publishers, Inc., 1992).

7. Betel
Referência bíblica: "Depois Amazias disse a Amós: Vaite, ó vidente, e foge para a terra de Judá, e ali come o pão, e ali profetiza, mas em Betel daqui por diante não profetizarás mais, porque é o santuário do rei e casa real" (Am 7.12,13; grifo do autor).

Evidência arqueológica:
"W. F Albright fez uma escavação de ensaio em Betel em 1927 e posteriormente empenhou uma escavação oficial em 1934. Seu assistente, J. L. Kelso, continuou as escavações em 1954, 1957 e 1960" (Achtemeier, Paul J., Th.D., Harper'sBible Dictionary San Francisco: Harper and Row, Publishers, Inc.,1985).

8. Cafarnaum
Referência bíblica: "E, chegando eles a Cafarnaum, aproximaram-se de Pedro os que cobravam as dracmas, e disseram: O vosso mestre não paga as dracmas?" (Mt 17.24; grifo do autor).

Evidência arqueológica:

"Cafarnaum foi identificada desde 1856 e, a partir de então, tem sido alvo de escavações nos últimos 130 anos" (Achtemeier, Paul J., Th.D., Harpers Bible Dictionary San Francisco: Harper and Row, Publishers, Inc., 1985).

9. Corazim

Referência bíblica: "Ai de ti, Corazim! ai de ti, Betsaida! peque, se em Tiro e em Sidom fossem feitos os prodígios que em vós se fizeram, há muito que se teriam arrependido, com saco e com cinza" (Mt 11.21; grifo do autor).

Evidência arqueológica:
"Escavações na atual cidade deserta indicam que ela abrangeu uma área de doze acres e foi construída com uma série de terraços com o basalto da região montanhosa local" (Achtemeier, Paul J., Th.D., Harper's Bible Dictionary San Francisco: Harper ando 10.

10. Éfeso
Referência bíblica: "Paulo, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus, aos santos que estão em Efeso, e fiéis em Cristo Jesus" (Ef 1.1; grifo do autor).

"E encheu-se de confusão toda a cidade e, unânimes, correram ao teatro, arrebatando a Gaio e a Aristarco, macedônios, companheiros de Paulo na viagem" (At 19.29) . A cidade em referência é Éfeso.

Evidência arqueológica:
"Arqueólogos austríacos encontraram em escavações, no século passado, um teatro de 24.000 assentos, bem como muitos outros edifícios públicos e ruas do primeiro e segundo séculos depois de Cristo, de forma que a pessoa que visita o local pode ter uma boa impressão da cidade como foi conhecida pelo apóstolo Paulo" (Achtemeier, Paul J., Th.D., Harpers Bible Dictionary San Francisco: Harper and Row, Publishers, Inc.,1985).

11. Jope
Referência bíblica: "E, como Lida era perto de Jope, ouvindo os discípulos que Pedro estava ali, lhe mandaram dois varões, rogando-lhe que não se demorasse em vir ter com eles." (At 9.38; grifo do autor).

Evidência arqueológica:
"Durante escavações no local da antiga cidade de Jope (XIII a.C.) o portão da fortaleza foi descoberto..." (Achtemeier, Paul J., Th.D., Harper's Bible Dictionary, San Francisco: Harper and Row, Publishers, Inc., 1985).

Diante desta simples exposição, podemos afirmar como Sir Frederic Kenyon, que disse: "Portanto, é legitimo afirmar que, em relação à Bíblia, contra a qual diretamente se voltou a crítica destruidora dá segunda metade do século dezenove, as provas arqueológicas têm restabelecido a sua autoridade. E mais: têm aumentado o seu valor ao torná-la mais inteligível por meio de um conhecimento mais completo de seu contexto e ambiente. A arqueologia ainda não se pronunciou definitivamente a respeito, mas os resultados já alcançados confirmam aquilo que a fé sugere, que a Bíblia só tem a ganhar com o aprofundar do conhecimento".1

Nota
1 Josh MCDOwELL, Evidência que exige um veredicto, vol. 1, Candeia, 1992, p. 83.



Fonte: Jesus Site
http://www.jesussite.com.br

Cientistas datam pela primeira vez estrutura citada em textos bíblicos.

Pela primeira vez na História, especialistas conseguiram datar com precisão uma estrutura descrita na Bíblia. Segundo cientistas israelenses, o Túnel Siloam, que passa sob Jerusalém, foi escavado há 2.700 anos, como asseguram os relatos bíblicos.

A passagem de meio quilômetro foi construída por baixo dos antigos muros de Jerusalém. Segundo a Bíblia, o túnel foi escavado pelo rei Ezequias em 700 a. C. para levar água da fonte de Gihon até a cidade, o que garantiria o abastecimento mesmo em tempos de guerra.

Uma equipe de pesquisadores coordenada por Amos Frumpkin, da Universidade Hebraica de Jerusalém, confirmou a data da construção do túnel. O estudo foi publicado na revista “Nature”.

— É muito raro se ter estruturas mencionadas na Bíblia que tenham sido confirmadas por datação independente — afirmou Frumpkin. — Em primeiro lugar porque, normalmente, já é muito difícil encontrar tais estruturas; em segundo, porque é muito difícil identificá-las; e, em terceiro, porque normalmente elas não estão muito bem preservadas.

A equipe examinou indícios de vegetação e estalactites encontrados no túnel com o método de datação do carbono 14 e também com o que mede os níveis de materiais radioativos.

Para os especialistas, a descoberta é importantíssima porque estabelece uma data precisa para um evento bíblico. Com isso, os cientistas não precisam mais se basear em interpretações e cálculos aproximados para situar determinadas passagens históricas.

Eles frisaram, entretanto, que a datação não constitui prova de que uma raça ou comunidade em particular tenha se estabelecido em Jerusalém antes de outra, e não deve ser usada para qualquer tipo de alegação de primazia.

O túnel é apontado como uma grande obra de engenharia e, até hoje, abastece a cidade de água.

Fonte: O Globo
Fonte: www.oglobo.globo.com

Busto de 1,7 mil anos é achado em esgoto de Roma

Um pedaço de escultura de mármore de 1,7 mil anos, mostrando a cabeça do imperador Constantino, foi encontrado em um esgoto no centro de Roma, disseram arqueólogos italianos nesta sexta-feira.

Os peritos encontraram a peça de 60 centímetros quando estavam limpando um antigo sistema de drenagem nas ruínas do Fórum romano.

Eugenio La Rocca, superintendente do setor de artefatos históricos de Roma, afirmou que a cabeça de mármore é um achado raro e provavelmente foi usada para desentupir um cano de esgoto.

Constantino, que reinou entre 306 e 337, ficou conhecido por acabar com a perseguição aos cristãos e fundar a cidade de Constantinopla.

Apesar de a maioria de seus súditos ter permanecido pagã, ele ajudou a estabelecer as raízes cristãs da Europa ao proclamar a liberdade religiosa.


Ressentimento

A cabeça de mármore branco foi analisada por especialistas que confirmaram a sua identidade comparando o formato do pedaço da estátua com figuras de Constantino representadas em moedas antigas e outras estátuas que estão no Museu Capitolino, em Roma.

A cabeça foi esculpida entre 312 e 325 da Era Cristã, quando Constantino estava no auge de seu reinado, e pode ter pertencido a uma grande estátua de corpo inteiro, que mostrava o imperador vestindo armadura.

"Recuperar uma figura deste tamanho e neste estado de conservação, no coração da cidade, é realmente extraordinário. Chegamos à conclusão de que a cabeça não caiu neste lugar por acidente, foi colocada lá de propósito", disse La Rocca.

"Pode ter sido usada como um grande pedaço de pedra para desviar a água do cano de esgoto, ou pode ter sido colocada lá como símbolo do ressentimento da comunidade pagã com o imperador cristão", acrescentou. A colocação da estátua no esgoto pode ter sido a salvação da peça, que poderia ter sido saqueada do Fórum romano no século 5º, depois da queda do império.

A peça deve ser exposta no museu de Roma depois de um curto período de restauração.

Fonte: BBC 05/07/2005

Descobertos dois pergaminhos do século 2º perto do mar Morto

Dois pergaminhos que datam da última revolta judaica contra os romanos em Judéia, no ano 135 da era cristã, nos quais encontram-se fragmentos da Bíblia, foram descobertos perto do mar Morto.

Os dois pergaminhos, de 5 x 7 cm, em que figuram extratos do Levítico em hebraico, foram encontrados numa gruta de Nahal Arugot, perto das fontes de Ein Guedi, no deserto da Judéia, em Israel e Cisjordânia, anunciou nesta sexta-feira o Departamento Israelense de Antigüidades.

A descoberta é a primeira dos últimos 40 anos na região, e surpreendeu os arqueólogos, que estavam convencidos de que as grutas do deserto da Judéia já haviam revelado todos os segredos que escondiam desde a era romana.

"Tudo isso é simplesmente sensacional. Um antigo sonho que se realiza", comemorou Hanan Eshel, diretor do Departamento de Arqueologia da Universidade Bar Ilan, em Tel Aviv.

Eshel percorre há 20 anos o Deserto da Judéia, às margens do mar Morto, levantando pedra por pedra em busca de pergaminhos bíblicos, sua especialidade. Os últimos foram encontrados em 23 de agosto de 2004, por beduínos que buscavam peças de cerâmica antiga para vender.

Quando foram descobertos, no solo da gruta, os pergaminhos estavam cobertos por uma espessa camada de pó, que os protegeu por quase 2 mil anos. Eschel os adquiriu por US$ 3 mil, após negociar com os beduínos, que pediam US$ 20 mil. "Graças a esta descoberta, sabemos um pouco mais sobre o conturbado período da revolta judaica contra os romanos", comentou o professor.

"Hoje sabemos que estes pergaminhos fazem parte de um rolo da Tora, que os judeus leram na primavera de 135, durante a Páscoa judaica, quando estavam prestes a se esconder nas grutas para escapar dos legionários romanos", disse Eschel. Os historiadores estavam certos de que os judeus haviam conseguido esconder 14 rolos da Tora nas grutas da região, dos quais foram encontrados fragmentos entre 1952 e 1965.

"Com estes últimos pergaminhos, fica comprovado que havia um 15º rolo, e que ainda não concluímos as descobertas", afirmou o professor.
"Tudo indica que estes pergaminhos são autênticos", disse o porta-voz do Departamento de Antigüidades, Osnat Gouez, destacando sua importância.

Fonte: Ultimo Segundo 15/07/2005

Descobertos manuscritos do século 5 sobre ritos religiosos coptos

Três manuscritos coptos do século 5 descrevendo os primeiros ritos religiosos desta comunidade cristã do Egito foram encontrados num túmulo faraônico em Gurna, perto de Luxor, 700 km ao sul do Cairo.

Os manuscritos foram descobertos pela missão arqueológica polonesa no Egito. "Esta é a descoberta mais importante desde a dos textos de Nag Hammadi", dise Zahi Hawas, secretário-geral do Conselho Superior de Antigüidades (CSA), numa entrevista coletiva promovida no sábado.

Nos textos de Nag Hammadi, 600 km ao sul do Cairo, foram identificados os quatro evangelhos de João, Marcos, Lucas e Mateus. Os doze textos de Nag Hammadi, compostos de libretos de papiro encadernados com pele, foram descobertos por acaso, em 1945, por camponeses que estavam desenterrando uma jarra.

Hawas frisou que a utilização de um túmulo faraônico para esconder os manuscritos "mostra a perseguição que sofriam os coptos durante o império romano.

Thomas Gorik, chefe da missão arqueológica polonesa, informou que os três manuscritos estavam enterrados na areia num túmulo que data do Império Médio (2000-1800 antes de Cristo).

"O primeiro manuscrito mede 22,5 cm de altura e 17 cm de largura. Não sabemos quantas páginas tem. Ele estava dentro de um cofre de madeira decorado com grafismos gregos", acrescentou.

O segundo manuscrito é decorado com pequenos círculos. Tem 50 páginas, assim como o terceiro manuscrito, que também está encadernado, mas se encontra em péssimo estado.

Fonte: Folha 20/02/2005

Descoberta impressionante! 1ª Igreja na região de Megido

No dia 05 de novembro de 2005 foi anunciado pelo canal 2 de Israel o que já há muito vem sido pesquisado pela secretaria de antiguidades em Israel. Após meses de procura de achados arqueológicos na prisão de terroristas junto a Megido, no sul da Galileia, quando a secretaria de arqueologia já havia autorizado a construção de um novo setor para presos foram feitas descobertas incríveis.

 

Durante os primeiros trabalhos para a construção de mais um setor da cadeia foi achado junto do local um mikveh, ou seja pia batismal. Juntamente com ele as bases de uma grande construção e também mosaicos de grandes proporções com inscrições em grego.

 

Diante das descobertas e empolgações dos arqueólogos ficou constatado que se trata provavelmente da maior e mais antiga igreja achada em toda a região de Israel. O que provavelmente mudará as questões ligadas a construção ali na região. Segundo as autoridades arqueológicas se trata de uma verdadeira raridade por suas proporções e riqueza de detalhes.

Três grandes inscrições foram achadas no local, todos em grego, duas delas tratam de homenagens a pessoas que doaram recursos para a construção e ornamento do local. Um grupo de quatro mulheres é citado em uma e na outra um provável oficial romano.

 

Na terceira e mais importante inscrição foi achado "Ao Deus Yeshua em sua Memória". Foram achados símbolos cristãos antes mesmo da cruz como a presença de um medalhão de peixes, confirmando a tradição deste ser o primeiro símbolo dos cristão.

 

As obras tiveram que ser completamente paralisadas até que a secretaria de antiguidades decida qual será o destino das antiguidades, se estas serão transferidas ou se a obra vai ser embargada.

A região de Megido é conhecida como uma região cheia de possibilidades arqueológicas, no ano 2002 o primeiro sítio arqueológico da região fez 100 anos de escavações(Tel Megido) o qual teve seu início com o mandato britânico.

O mais curioso é que por ser dentro da área da cadeia de Megido, as escavações são realizadas por presos palestinos comuns da cadeia que desejaram participar das explorações e descobertas.

As escavações estão previstas para encerrarem somente daqui a duas semanas, mas creio que após estas descobertas ainda levará muito tempo para sabermos qual será o destino real destas descobertas.



Fontes: Associated Press e Café Torah

Arqueólogo encontra peça com o nome de Golias em Israel

13 Nov 2005 12:38

Por Allyn Fisher-Ilan RAMAT GAN, Israel

 

Um pesquisador israelense disse ter feito a primeira descoberta arqueológica indicando que a história bíblica de David e Golias pode ter realmente ocorrido.  Um pedaço de cerâmica retirado de uma escavação iniciada há uma década no sul de Israel tinha a inscrição "Alwat" e "Wlt" em estilo semítico antigo, possíveis versões filistéias do nome Golias, afirmou Aren Maeir, que comanda a escavação.

"Esse é um achado único", disse ele sobre o pedaço de cerâmica avermelhado. "Temos aqui uma evidência muito forte que o nome Golias, aparecendo na Bíblia no contexto da história de David e Golias, não é somente uma criação literária posterior."

Maeir, chefe do departamento de arqueologia da Universidade de Bar-Ilan, perto de Tel Aviv, declarou à Reuters que seus escavadores encontraram o pedaço de cerâmica, possivelmente parte de uma tigela, enterrada a dois metros do chão em Tell es-Shafi. É quase uma certeza que o ponto da escavação foi no passado parte da cidade de Gath, que, segundo a Bíblia, foi a casa de Golias.

A história bíblica da derrota épica do gigante filisteu nas mãos do muito menor David, que mais tarde se tornaria o rei de Israel, é há bastante tempo uma metáfora popular para o triunfo do bem contra todas as adversidades.

A cerâmica encontrada, que, calcula-se, seja de 900 AC, não é antiga o suficiente para poder ter pertencido ao gigante Golias. Acredita-se que ele teria vivido por volta do ano 1000 AC, de acordo com Maier. No entanto, o pesquisador acrescentou: "É a primeira vez na terra de Israel que encontramos o nome Golias, ou um nome como Golias." "Não encontrei o crânio de Golias com um buraco no centro da testa, mas é a primeira evidência arqueológica achada em um lugar filisteu, o que dá grande credibilidade" à história, afirmou o cientista, nascido nos Estados Unidos.

Segundo o livro bíblico de Samuel, um gigante fortemente armado desafiou um soldado israelense para um duelo. David, naquele tempo um pastor, encarou o desafio e derrotou o filisteu com uma pedra e uma atiradeira. De acordo com Maeir, o pedaço de cerâmica também é a incrição filistéia mais antiga já encontrada em Israel. "Muito do que sabemos dos filisteus é pela Bíblia. Eles seriam um povo mau, bárbaro. Do ponto de vista arqueológico, temos evidências de que eles tinham uma cultura rica e fascinante", disse.

Fonte: Reuters